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A esclerose múltipla afeta o sistema nervoso central e é uma doença autoimune mais comum em indivíduos adultos entre 18 a 55 anos. No Brasil estima-se sua 15 a cada 100 mil pessoas tenham. Isso implica dizer que que 35 mil habitantes possuam esclerose múltipla no país.
 
Essa inflamação crônica (Esclerose Múltipla) afeta o revestimento dos neurônios o que causa lesões no cérebro e medula. Apesar dos avanços da ciência, ainda não há cura e seu diagnóstico precoce é fundamental para um tratamento eficaz, proporcionando assim, uma maior qualidade de vida ao paciente.
 
A avaliação da esclerose múltipla é feita através de uma série de exames que auxiliam na identificação do estágio da doença, todos solicitados pelo médico neurologista, a fim de recomendar o tratamento mais adequado.
 
Sintomas
 
Embora seja necessário um diagnóstico médico, alguns sintomas podem indicar a possibilidade da doença.
 
- Desequilíbrio
- Alterações na bexiga e intestino, como necessidade de ir ao banheiro, ou sentimentos de extrema urgência ou frequência
- Tremores e espasmos
- Alterações na fala
- Alterações cognitivas
- Alterações na sensibilidade, como dormência, sensação de alfinetadas e ardor
- Fraqueza muscular
- Sensação de choque elétrico
- Fadiga
- Diagnóstico
 
Para diagnosticar a Esclerose Múltipla, o exame mais confiável é a ressonância magnética, que permite identificar a doença ainda em seus estágios iniciais. Mas para ser assertivo, é preciso investigar detalhadamente o histórico do paciente e realizar outros testes, como:
 
- Teste de função neurológica (caminhada, força, reflexos e sensibilidade ao toque);
- Punção lombar para análise do líquido cérebro-espinhal (liquor);
- Exames de sangue para excluir outras doenças.
 
Uma vez confirmado o diagnóstico, o tratamento deve ser iniciado imediatamente